O VALOR DE QUEM FEZ MUITO
Beneficiário conta a sua história no BRB

O aposentado, Sr. Hélio Batista de Almeida, 77 anos, casado há 38 anos com a Sra. Maria de Fátima e Silva Almeida, falou sobre o tempo em que trabalhou no BRB. Matrícula 11 do Banco, é atualmente, um dos pacientes acompanhados pelo programa de Gerenciamento de Casos da Saúde BRB. Sr. Hélio foi aprovado no primeiro concurso da Instituição e é conhecido por fazer parte da “Turma do Retrato”, fotografia, com empregados da época, feita por ocasião da inauguração do Banco de Brasília. Veja a entrevista realizada com esse pioneiro.

Mais Vida – Como foi seu ingresso no BRB?

Hélio Batista de Almeida – Entrei no Banco no dia 15 de agosto, e sua inauguração foi em setembro. Ou seja, era empregado antes mesmo de existir oficialmente a Instituição. Sou mais velho de Banco que o próprio Banco (risos).

Mais Vida – Por quais setores o senhor passou?

Hélio – Trabalhei primeiro na Agência Central, onde fiquei por três meses. Depois o diretor geral de crédito me convidou para o gabinete dele e fui coordenador de crédito público por cinco anos. Aí, mais tarde, fui indicado para assumir a gerência da Agência Central e lá permaneci por apenas seis meses, quando fui para a Agência do Gama. Teve um problema nessa agência e o diretor me mandou para lá. Do Gama fui para Sobradinho, para Taguatinga Centro, depois para a Agência do Núcleo Bandeirante. Em todas como gerente. Após oito meses, fui chamado para instalar a Agência de Taguatinga Norte, onde fiquei quatro anos. Fui transferido para a Agência SBS, trabalhei por um ano. Nesse período, estava recomeçando minha vida, em um novo casamento com a “dona Fátima” e o Banco estava expandindo o atendimento, abrindo agências no interior. Vi uma boa oportunidade e me candidatei para instalar a Agência de Catalão. Nessa época, estava com 46 anos. Tive dois infartos, fiz duas pontes de safena e uma mamária e, por ter problemas cardíacos, precisei sair da função de gerente por ser uma profissão muito estressante. Fui, então, para a Regius, quando ainda estava começando nosso fundo de previdência. Depois de cinco anos, em 1991, me aposentei por invalidez.

Mais Vida – O senhor já utilizou muito do Plano de Saúde e ainda utiliza. Como avalia a assistência e o atendimento da Saúde BRB?

Hélio – Se não fosse o Plano, talvez não pudesse realizar as cirurgias que precisei fazer. Fiz as pontes de safena e a mamária em São Paulo. Fiz uma cirurgia para a colocação de uma endoprótese, caríssima. A Saúde BRB arcou com todas as despesas médicas, como ainda arca. O nosso Plano de Saúde é muito bom e me dá muita tranquilidade. Assim como a Regius permite a manutenção de um padrão de vida digno. Tudo isso eu devo ao BRB.

Mais Vida – Há quanto tempo participa do Programa de Gerenciamento de Casos?

Hélio – Comecei a participar recentemente, mas já senti diferença na minha saúde. Eu tenho marca-passo, prótese, três stents. Já fiz diversos cateterismos. Tenho um problema de circulação na perna. Dona Fátima adora a Clínica Saúde BRB e insistiu muito para que eu fizesse um acompanhamento pelos profissionais de saúde de lá. Não teria tantos problemas de saúde se tivesse parado com o fumo, a bebida, controlasse o estresse… Mantive esses maus hábitos e deu no que deu. O atendimento da Valéria, assistente social, Vanusa, enfermeira e Dra. Patrícia, médica de família é muito bom, estou adorando participar do Programa. Tenho sentido muita melhora na saúde. Fora que o atendimento domiciliar é muito cômodo. Não tenho mais que enfrentar esperas intermináveis e nem que fazer aquele monte exames.

Mais Vida – O BRB completou 50 anos, qual o seu sentimento por ter participado dessa história?

Hélio – Já trabalhei em bancos como o Francês e Brasileiro e o Francês e Italiano. Saiu o edital do concurso do BRB. Fiz minha inscrição, participei e passei em 11º lugar. Fui chamado imediatamente e passei a receber o dobro do que eu ganhava em outros bancos que trabalhei, além de gratificações e incentivos. Foi trabalhando no Banco que construí um patrimônio relativamente bom.

Mais Vida – Fale um pouco sobre a família.

Hélio – Tenho três filhos, uma filha do primeiro casamento e dois do segundo. Todos fizeram o curso de direito. A Simone trabalha no TST, o Luiz Gustavo no STF e o Luiz Henrique é corregedor geral da Defensoria Pública do Estado de Goiás. Tenho três netos. O Matheus, de 18 anos, é um orgulho. Passou para dois vestibulares, Engenharia Elétrica e Ciência da Computação, e quando tinha 14 anos, foi considerado um gênio, pela Folha de São Paulo e pela revista Isto É. Tenho uma neta, a Ana Júlia com 14 anos. E um netinho de 3 anos de idade, Luiz Otávio, superinteligente, o xodó da família. Tem ainda outro chegando. Minha nora está esperando o Luis Felipe. Sou um indivíduo realizado na vida! Deus me deu tudo aquilo que pedi e além do que merecia.

Mais Vida – Gostaria de deixar uma mensagem aos leitores?

Hélio – Tem uma frase de Payot que gosto muito e que está no álbum de quando fiz 10 anos de Banco: “Nenhuma alegria se colhe sem trabalho; toda felicidade supõe esforço”. Além dessa mensagem, tenho outra dita, a mim, pelo meu cardiologista que me marcou muito e reforça a importância de se cuidar da saúde: “Você só está vivo porque, primeiro, Deus lhe deu uma nova chance, segundo, porque a medicina avançou muito e, terceiro, você tem um excelente Plano de Saúde”.